" Não custa nada "
Ela senta-se e a enfermeira que prepara as agulhas aproxima-se e diz, piscando o olho num gesto de cumplicidade: " Tirar sangue não custa nada ". Ela que sabe que isso nao é verdade começa a sentir-se verdadeiramente impaciente. Tenta respirar fundo, relaxar, começa a sentir uns nós na barriga. A enfermeira aproxima-se novamente e põe-lhe um elastico à volta do braço e procura uma veia. Entra a enfermeira adjunta. Lá fora ouve-se alguém chamar a enfermeira adjunta, esta sai e a enfermeira principal tira o elastico à rapariga q anciosamente aperta as mãos. Volta a entrar a enfermeira adjunta e tudo é preparado com o mesmo rigor e higiene. "Vá, nao custa nada, respira fundo e não olhes!". Ela sente a agulha entrar-lhe no braço e experimenta a mesma situação já antes experimentada mais do que uma vez, em cada deslocaçao a uma recolha de sangue ou a um vacina. A mãe aproxima-se e ajuda a limpar as lágrimas que teimosamente lhe correm pela cara. Eleva o pulso contrário ao nariz. Sente aquele perfume e sente-se ligeiramente mas passado poucos sengundos a presença da agulha dentro do seu organismo começa a incómuda-la. Sente-se a "adormecer" mas algo a puxa com força para o barulho, o movimento e a troca de comentários entre as enfermeiras. A sua respitação torna-se cada vez mais irregular. A cada segundo que passa ela sente-se a cair num buraco que se torna mais fundo e mais fundo. Começa a ouvir uma voz histérica e irritante que a chama. Sente-se ainda mais adormecida. Derrepente salta do buraco e pede para ir à casa de banho, afinal, aquele aperto na barriga prometia! Não a deixam levantar, ela sente-se irritada e novamente mal. Voltam a chama-la. Com o apoio da mãe levanta-se, sai do mini-consultorio improvisado e dirige-se à casa de banho.
Na verdade ela não queria fazer nenhuma destas "fitas". Na verdade ela gostava de ultrapassar esta "fubia", mas também na verdade ela sente-a como uma coisa totalmente incontrolável.
Na verdade ela não queria fazer nenhuma destas "fitas". Na verdade ela gostava de ultrapassar esta "fubia", mas também na verdade ela sente-a como uma coisa totalmente incontrolável.

2 Comments:
ola borboleta... tdu bem? tns q ser forte e ultrapassar esse problema!!!!! :S eu sei q tu cnsegues,se te cnseguiste tornar mto segura tbm cnsegues ultrapassar este teu problema!!! bjao*adorote mt... :)
oh rita.. escreve em portugues, e sem erros... vah ;)
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